quinta-feira, 22 de abril de 2010

A caneta está na mão dos pais...

Apesar da grande concentração do mágico, o efeito não foi o que se esperava naquele momento. Quando o mágico pronunciou as suas palavras, uma das aranhas começou a mexer-se violentamente ao mesmo tempo que se sentiram uns movimentos e uns ruídos muito estranhos. As crianças não sabiam o que se estava a passar mas, de repente, apareceu junto deles uma senhora que tinha um cabelo que lhe caía, em cachos, até aos ombros. O seu vestido era branco como a neve e estava salpicado de estrelinhas que brilhavam como diamantes ao sol. Tinha, na cabeça, um chapéu em bico e, nos pés, uns sapatos de prata .


O Nuno, a Marta e o Victor estavam espantados, mas esta não foi a única surpresa. A criança que ali tinha aparecido e que dali queria sair, estava, agora, toda vestida de preto: camisola, calças, capa e sapatos. Tinha uns óculos com uma armação preta, um apito prateado pendurado no pescoço e umas luvas brilhantes na mão.

O Nuno, a Marta e o Victor estavam espantados, mas esta não foi a única surpresa. A criança que ali tinha aparecido e que dali queria sair, estava, agora, toda vestida de preto: camisola, calças, capa e sapatos. Tinha uns óculos com uma armação preta, um apito prateado pendurado no pescoço e umas luvas brilhantes na mão.


Ignorando todos os presentes, aquela figura feminina que mais parecia uma mistura de Branca de Neve com Gata borralheira e Bela Adormecida dirigiu-se ao rapaz que fazia mesmo lembrar um ilusionista com um toque de Harry Potter :

Já basta, meu filho, já basta! Estou tão cansada! Levaste muito longe essa mania dos truques de magia. Vamos voltar para casa. Tenho mantido o hall de entrada limpo e o jardim arranjado mas não tenho tempo para fazer mais nada. Tenho de vigiar constantemente os teus passos.

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